Índia: CBI faz operação contra rede de golpe de ‘prisão digital’ em vários estados; contas de laranja e cadeias de SIM expostas
O Gabinete Central de Investigação conduziu batidas em vários estados e prendeu suspeitos ligados a um esquema de extorsão de “prisão digital” que coagiu vítimas a transferir fundos ao se passar por autoridades. A perícia forense revelou contas bancárias de laranjas e redes de cartões SIM usadas para lavar os recursos; as autoridades apreenderam aparelhos e registros financeiros durante a investigação em andamento.
Em 25 e 26 de fevereiro de 2026, o Central Bureau of Investigation (CBI) da Índia executou batidas coordenadas em vários estados e prendeu indivíduos supostamente envolvidos em um sofisticado golpe de “prisão digital” que aterrorizava as vítimas para que transferissem dinheiro. A operação teria usado a falsificação de identidades de policiais e oficiais judiciais, mandados online falsificados e comunicações ameaçadoras para induzir o cumprimento. Equipes forenses do CBI afirmam ter descoberto extensas redes de contas bancárias de laranjas, cadeias de chips pré‑pagos e números de telefone controlados usados para receber, direcionar e sacar fundos ilícitos. Investigadores apreenderam aparelhos móveis, servidores, extratos financeiros e registros de transações para mapear vínculos entre contas e identificar operadores de contas de mula. Os suspeitos presos enfrentam acusações relacionadas à intimidação criminosa, fraude e lavagem de dinheiro, enquanto a agência continua a rastrear os proventos e a congelar contas implicadas. Autoridades enfatizaram medidas de apoio às vítimas e advertiram o público para não cumprir intimações online coercitivas, recomendando a verificação junto às autoridades locais; a investigação visa desmantelar tanto a infraestrutura técnica quanto os canais financeiros que possibilitaram a quadrilha de extorsão interestadual.
Artigos relacionados
Philippine authorities arrest Korean fugitive in Makati tied to transnational telecom and crypto fraud
Two charged in New York over Publishers Clearing House scam that bilked 92‑year‑old of $250,000