Taipei indiciou 62 pessoas e 13 empresas ligadas ao Prince Group (Camboja)
Em 4 de março de 2026, promotores de Taipei indiciaram 62 indivíduos e 13 empresas por supostos vínculos com o Prince Group, acusado de operar grandes centros de golpe no Camboja. As autoridades dizem que os lucros foram lavados por meio de empresas de fachada e compras de bens de luxo em Taiwan, em um caso resultante de investigações internacionais e extradições relacionadas ao esquema transnacional.
Em 4 de março de 2026, promotores em Taipei apresentaram acusações formais contra 62 suspeitos e 13 pessoas jurídicas por envolvimento com o Prince Group, uma operação multinacional sediada no Camboja acusada de gerir centros de golpe em larga escala que lesaram vítimas em vários países. Segundo os autos, a rede orquestrava fraudes online transnacionais, recrutava pessoal, dirigia centros de chamadas e canalizava os lucros por meio de empresas de fachada, além de lavar recursos com compras de bens de luxo e imóveis em Taiwan. As acusações decorrem de inquéritos coordenados com parceiros no exterior e acompanham prisões e extradições anteriores ligadas ao mesmo sindicato; as autoridades citam como provas registros financeiros, logs de comunicação e rastros de transações que conectam os indiciados às atividades criminosas. Funcionários de Taipei informaram que novas medidas legais e ações de recuperação de ativos estão planejadas à medida que as investigações prosseguem, com troca de inteligência com contrapartes no Sudeste Asiático e além para localizar suspeitos adicionais e apreender valores ilícitos.
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