A polícia de Deli disse que uma empresária idosa foi mantida sob nove dias de vigilância virtual e coagida a transferir cerca de ₹6.9 crore depois que golpistas se passaram por reguladores e juízes; 12 suspeitos foram posteriormente presos. Autoridades descreveram o caso como parte de um sindicato internacional que pressiona as vítimas a efetuarem transferências repetidas e converte os proventos em criptomoeda.

A polícia de Delhi notificou uma fraude de alto valor de “prisão digital” na qual uma empresária idosa foi submetida a nove dias de vigilância virtual contínua e intimidação por perpetradores que se faziam passar por reguladores, juízes e agentes da lei. Sob coerção persistente, a vítima transferiu aproximadamente ₹6.9 crore para contas controladas pelos fraudadores, que então moveram os fundos por múltiplas contas e converteram parte em criptomoeda para obscurecer o rastro. Investigadores realizaram operações de acompanhamento que resultaram na prisão de 12 suspeitos ligados ao esquema, e as autoridades disseram que o esquema apresentava marcas de um sindicato internacional que coordena operadores no exterior, mulas locais e conversões rápidas para cripto a fim de lavar os ganhos. A polícia está rastreando registros de transações, registros de apreensão e metadados de comunicação para recuperar fundos e identificar condutos transfronteiriços. Funcionários alertaram os cidadãos, particularmente pessoas idosas e proprietários de empresas, a desconfiar de comunicações não solicitadas em estilo oficial e a verificar quaisquer supostos mandados legais por meio de canais formais. O caso reforça padrões em que engenharia social é combinada com portas de entrada para criptomoedas para acelerar a lavagem e frustrar a recuperação.