A Casa Branca publicou em 6 de março de 2026 uma diretriz que exige ação coordenada e sustentada do governo federal para combater fraudes habilitadas por cibermeios, citando ransomware, phishing, sextortion, centros de golpe e esquemas de investimento em cripto como ameaças prioritárias. O texto responsabiliza o Departamento de Justiça por manter prioridades de acusação e auxílio às vítimas, e enquadra recentes operações — como apreensões de fóruns e congelamento de ativos cripto — como parte de uma estratégia nacional de disrupção.

Em 6 de março de 2026, a Casa Branca publicou uma política e diretriz de implementação que ordena um esforço contínuo e integrado de todo o governo para combater fraudes facilitadas por meios cibernéticos, nomeando explicitamente ransomware, phishing, sextortion, centros de golpe e fraudes de investimento em criptomoedas como ameaças prioritárias. A diretriz exige que agências federais priorizem investigações interagências, o compartilhamento de informações e processos penais coordenados, e instrui o Departamento de Justiça a continuar enfatizando acusações relacionadas a fraudes cibernéticas e a coordenação de alívio para vítimas, incluindo caminhos para restituição. O comunicado posiciona ações de aplicação recentes — desde apreensões de fóruns até grandes congelamentos de ativos cripto — como elementos de uma estratégia mais ampla para desarticular infraestruturas criminosas, acelerar a recuperação de ativos e melhorar as proteções às vítimas. A política também pede parcerias reforçadas com autoridades estaduais, locais e internacionais e incentiva os setores financeiro e de tecnologia a adotarem controles e mecanismos de reporte mais robustos. Ao formalizar essas prioridades, a administração busca institucionalizar capacidades de resposta rápida, fortalecer ferramentas legais e técnicas entre agências e garantir que vítimas recebam alívio em tempo hábil enquanto redes de fraude transnacional são desmanteladas.