O Departamento de Justiça (DOJ) afirmou que golpes de “falso servidor” no estado da Louisiana podem levar as vítimas a usar ATMs de criptomoedas, sob o pretexto de proteger dinheiro. O alerta inclui sinais de alerta, como exigências de transferências em cripto e outras formas de movimentação de valores.

Em uma atualização voltada à prevenção de fraudes, o DOJ descreveu uma variação de golpes em que criminosos se passam por autoridades para incluir instruções de “custódia/segurança do cripto”. O Escritório do Distrito Médio da Louisiana destacou que os impostores podem alegar que são agentes de aplicação da lei, funcionários do governo ou representantes lidando com um assunto financeiro urgente. Em seguida, eles orientam as vítimas a realizar transações com criptomoedas — frequentemente por meio de mecanismos como ATMs de cripto — apresentando isso como uma forma de proteger o dinheiro contra supostas ameaças. O DOJ ressalta que essas abordagens buscam contornar o ceticismo comum: ao usar um tom “oficial” e insistir na urgência, os golpistas tentam convencer a vítima de que é necessária uma ação imediata. O guia do órgão afirma que representantes do governo não solicitam pagamentos por canais de movimentação de dinheiro, como transferências bancárias (wire transfers), aplicativos de pagamento, cartões-presente ou outras transferências com a intenção de “proteger” fundos. Para consumidores, a orientação prática é tratar narrativas de “proteção/custódia do cripto” e exigências do tipo “faça isso agora” como fortes indícios de fraude, sobretudo quando o contato é não solicitado e a identidade do remetente não pode ser confirmada por canais oficiais independentes. O esquema costuma combinar táticas de personificação (incluindo uso de identificador de chamadas falso ou correspondências com aparência oficial) com uma solicitação de pagamento que envia recursos para canais mais difíceis de recuperar. Assim, o comunicado do DOJ não é apenas informativo: ele atua como uma resposta direta a uma estratégia recorrente de golpe, em que a pressão por pânico é convertida em transferências potencialmente irreversíveis.