O Departamento de Justiça (DOJ) informou que Jason Johnson, de Cranston (Rhode Island), se declarou culpado por fraude eletrônica após se apresentar falsamente como assessor financeiro. Os promotores afirmam que ele teria obtido cerca de US$ 140 mil de um casal, redirecionado os valores para contas sob seu controle e usado parte significativa do dinheiro em despesas pessoais.

Segundo o DOJ, Jason Johnson, de Cranston, Rhode Island, se declarou culpado por fraude eletrônica por supostamente se passar por um assessor financeiro e por ter apropriado-se de dinheiro das vítimas. Os promotores disseram que Johnson conseguiu aproximadamente US$ 140 mil de um casal por meio da W.S. Solutions LLC, mediante a alegação falsa de que prestava serviços de consultoria financeira. De acordo com o Departamento de Justiça, ele teria desviado os recursos para contas que controlava e aplicado uma parcela grande do montante em gastos pessoais. Além disso, os promotores sustentaram que, enquanto recebia os valores, Johnson continuou a se comunicar com as vítimas para manter a aparência de que as contas estavam sendo administradas, enviando mensagens assegurando que “as contas estavam sendo atendidas”. Esse tipo de combinação — falsificação da função de “assessor” e manutenção contínua do engano — é um padrão comum de fraude, em que as vítimas seguem pagando ou realizando novas etapas porque o criminoso fornece atualizações convincentes que atrasam a identificação do golpe. O caso também evidencia como transferências ligadas a instituições bancárias e a autoridade persuasiva associada ao papel de “consultor” podem ser usadas para mascarar o desvio como se fosse gestão legítima de investimentos. Por fim, destaca que a fraude eletrônica pode envolver comunicações repetidas e estendidas no tempo, e não apenas uma única transação.