Aumento de extorsões por sequestro virtual usando imagens e vídeos sintéticos de prova de vida
Um resumo sobre cibersegurança destacou alertas das autoridades sobre um aumento em esquemas de sequestro virtual em que os atacantes enviam mídia de prova de vida alterada ou sintética e exigem pagamentos rápidos de resgate. As autoridades disseram que os golpistas usam cada vez mais edição de imagens e deepfakes para pressionar as vítimas a realizar transferências imediatas por transferência bancária ou em criptomoedas.
NetworkTigers resumiu orientações recentes que descrevem um aumento nas campanhas de extorsão por "sequestro virtual" que se baseiam em fotos e vídeos alterados ou sintéticos apresentados como prova‑de‑vida. Os atacantes fabricam ou manipulam mídias visuais para criar a aparência de que um ente querido está sendo mantido refém, aplicam então táticas de pressão intensas e prazos de pagamento apertados para coagir as vítimas a transferências rápidas ou pagamentos em criptomoedas. Autoridades policiais e analistas de cibersegurança alertam que o uso de edição de imagem por IA e tecnologias deepfake torna a verificação por meio de uma única fotografia ou clipe pouco confiável, e pedem às vítimas que desacelerem, tentem contato por canais conhecidos e independentes e preservem todas as comunicações e metadados para os investigadores. O compilado direcionou os leitores às orientações do FBI sobre como documentar evidências, não ceder às exigências de pagamento imediatas e relatar incidentes para que as agências possam identificar padrões e desarticular redes de extorsão. Organizações e indivíduos foram aconselhados a orientar familiares sobre procedimentos de confirmação e a considerar colocar contatos críticos em listas de contato verificadas para reduzir a eficácia de golpes baseados na sensação de urgência.