O Escritório do Procurador dos Estados Unidos no Distrito Sul da Califórnia anunciou uma confissão de culpa em um esquema transnacional de fraude e lavagem de dinheiro de US$27 milhões que usava golpes de suporte técnico, personificação de bancos e golpes de reembolso operados por call centers no exterior. Os promotores disseram que cerca de 2.000 idosos residentes nos EUA foram vitimados, ressaltando a continuidade de operações transfronteiriças de fraude contra idosos e os esforços de recuperação.

O Gabinete do Procurador dos Estados Unidos no Distrito Sul da Califórnia relatou uma confissão de culpa por parte de um réu principal em um esquema multinacional de fraude e lavagem de dinheiro de US$27 milhões que tinha como alvo aproximadamente 2.000 residentes idosos dos EUA. Segundo relatos, o esquema operava por meio de call centers no exterior e combinava golpes de suporte técnico, chamadas em que se faziam passar por bancos e operações de reembolso falsas para obter informações pessoais, induzir transferências e lavar os proventos. Investigadores descrevem táticas coordenadas dos call centers, contatos repetidos com as vítimas e uso de intermediários financeiros para movimentar fundos entre jurisdições, dificultando a recuperação por parte das vítimas. A confissão ressalta prioridades contínuas para os procuradores federais de desarticular redes de call centers, apreender ativos e devolver fundos às vítimas, ao mesmo tempo em que buscam cooperação transnacional com autoridades estrangeiras. O comunicado enfatiza assistência às vítimas, contabilidade forense para rastrear os fundos roubados e a necessidade de campanhas públicas de conscientização direcionadas a adultos mais velhos e seus cuidadores. O caso ilustra tanto o custo humano da fraude em grande escala contra idosos quanto o trabalho investigativo multifacetado necessário para processar e remediar esses esquemas.