Uma unidade da KeyCorp concordou em pagar US$7,77 milhões para resolver alegações de que violou a False Claims Act ao tratar de forma imprópria o perdão de empréstimos do Paycheck Protection Program vinculado a reivindicações fraudulentas de folha de pagamento. O acordo trata de alegações de que um gerente de filial recrutou empresas que deturparam a folha de pagamento e o número de funcionários para obter o perdão do PPP.

A unidade do KeyCorp alcançou um acordo de US$ 7,77 milhões anunciado em 7 de jan. de 2026, resolvendo alegações federais de que facilitou ou deixou de impedir um esquema envolvendo pedidos fraudulentos de perdão de empréstimos do PPP. O governo dos EUA alegou que a unidade bancária tratou inadequadamente os processos de perdão e ignorou sinais de alerta, enquanto um gerente de agência supostamente recrutava empresas para declarar falsamente a folha de pagamento e o número de funcionários para obter o perdão dos empréstimos. O acordo, destinado a resolver responsabilidade sob a Lei de Reivindicações Falsas (False Claims Act) sem admissão de culpa, cobre a recuperação de verbas federais retidas indevidamente e sinaliza maior escrutínio da conduta dos credores durante programas de auxílio emergencial. Reguladores e promotores enfatizaram a necessidade de controles de conformidade robustos, diligência devida com clientes e procedimentos de escalonamento para evitar a exploração de assistência governamental. Observadores do setor notaram o acordo como parte de uma onda mais ampla de aplicação da lei que aborda fraudes da era pandêmica e responsabilidade dos credores, e disseram que o desfecho pode levar outras instituições financeiras a reforçar práticas de supervisão e documentação nas análises de perdão de empréstimos.