O FinCEN, do Tesouro dos EUA, informou que o Programa Rapid Response ajudou a interdictar quase US$ 2 bilhões ligados a fraudes cibernéticas que prejudicaram vítimas nos Estados Unidos. A atualização descreve esquemas como sequestro de e-mails corporativos, fraudes de investimento e golpes por telefone.

O FinCEN afirma que seu Rapid Response Program deu suporte à interdição de quase US$ 2 bilhões associados a fraudes cibernéticas que afetaram vítimas nos EUA. A atualização destaca uma abordagem de interrupção coordenada, conectando a comunicação de vítimas, o trabalho investigativo e ações relacionadas a agências e fundos para impedir que transferências fraudulentas concluam o percurso. Em vez de se concentrar apenas no primeiro contato do golpe, o escopo do programa reforça uma realidade operacional: barrar o dinheiro na fase de movimentação tende a reduzir o alcance do “pipeline” fraudulento. Segundo o órgão, os recursos envolvidos incluíam ligações a business email compromise (sequestro de e-mails corporativos), fraudes de investimento e golpes por telefone. Essas categorias costumam começar com canais que parecem legítimos — mensagens que imitam comunicações internas ou ligações que reproduzem instituições reais — antes de evoluírem para pedidos de pagamento, sequestro de contas ou promessas de investimento e resgate. Depois que criminosos obtêm credenciais ou convencem as vítimas a transferir recursos, a dinâmica passa para a remessa do dinheiro por meio de intermediários. Para consumidores e organizações, o recado é agir com rapidez: reportar fraudes de imediato, preservar dados de transações e acionar instituições financeiras/exchanges assim que qualquer atividade suspeita for identificada. Para o setor financeiro, a publicação sublinha o valor de rotinas ágeis de compartilhamento de informações e respostas que consigam sinalizar operações suspeitas antes que os valores roubados se dispersem e se tornem mais difíceis de recuperar.