Goran Spiridonov e Kristina Janeva foram formalmente acusados por alegadamente usarem o nome e a marca do presidente Donald Trump para comercializar “Trump Bucks” falsos. A acusação federal afirma que o esquema teria levado vítimas a pagar centenas de milhares de dólares nos Estados Unidos.

Goran Spiridonov e Kristina Janeva foram acusados por promotores federais de aplicar um golpe usando fraudulentamente o nome do presidente Donald Trump para enganar vítimas em todo o país. O caso se concentra na alegada venda de “Trump Bucks”, descrita na denúncia como uma forma fictícia de meio de pagamento legal. Segundo os promotores, os réus teriam divulgado o produto sugerindo que ele era afiliado ou ligado a causas associadas a Trump, incentivando as pessoas a enviarem dinheiro em troca. De acordo com os documentos de acusação, a conduta teria causado prejuízos que somam centenas de milhares de dólares, com vítimas localizadas em diferentes regiões dos Estados Unidos. A investigação caracteriza o crime como uma fraude de “imitação”, que se apoia na credibilidade de uma identidade e marca políticas amplamente conhecidas. Em vez de depender de malware técnico ou de sequestro de contas, o esquema teria se sustentado em alegações de marketing voltadas a reduzir a desconfiança e convencer compradores de que o pagamento era legítimo. A denúncia afirma que as ações dos acusados violaram leis federais de fraude e envolveram engano com o objetivo de extrair recursos das vítimas. Se condenados, os réus podem enfrentar penalidades significativas. O caso também ressalta como alegações de “afiliação de marca” podem ser exploradas em golpes — especialmente quando o valor prometido é vago ou quando o produto não tem uma base legal verificável.