O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) informou que John S. Winslow recebeu pena de três anos após desviar dinheiro de uma cliente idosa que confiava nele como assessor financeiro. Os promotores apontaram perdas superiores a US$ 920 mil e citaram crimes como fraude eletrônica e postal, lavagem de dinheiro e condutas ligadas a declarações fiscais falsas.

John S. Winslow, de Fox Island, no estado de Washington, foi condenado a três anos de prisão após o DOJ afirmar que ele roubou quase US$ 1 milhão de uma cliente idosa que o tinha como assessor financeiro. Segundo os promotores, as perdas superaram US$ 920 mil e o caso envolveu acusações que incluem fraude via transferências eletrônicas e pelo correio, lavagem de dinheiro e condutas relacionadas a declarações de imposto de renda falsas. A acusação descreve um padrão recorrente de fraude contra idosos: o criminoso se apoia na confiança e em uma autoridade com aparência profissional para obter controle sobre as finanças da vítima e, em seguida, realiza transações enganosas para desviar recursos mantendo a credibilidade. Os promotores sustentaram que o esquema não se limitou a uma única transferência. Em vez disso, envolveria o uso fraudulento de meios de comunicação e sistemas de pagamento, com etapas financeiras que, de acordo com a acusação, teriam sido planejadas para esconder o que estava sendo feito. Além disso, foi alegado que Winslow praticou condutas falsas relacionadas a declarações fiscais, indicando que o desvio e a tentativa de encobrir os fatos se estenderam para a forma como a atividade financeira era apresentada ou justificada. A sentença também reforça que sinais de alerta de proteção ao consumidor—como falta de transparência por parte de um assessor, instruções incomuns de pagamento ou discrepâncias no histórico das contas—podem se conectar a roubos criminosos graves quando a vítima é selecionada por sua vulnerabilidade associada à idade.