Jahquel Robertson e mais 12 pessoas foram indiciados por uma conspiração de fraude bancária que envolve mais de US$ 1 milhão em cheques roubados. O Departamento de Justiça afirma que o grupo teria subornado um funcionário dos Correios (USPS) e recebido cheques furtados diretamente do fluxo de correspondências para executar o esquema.

Um caso do Departamento de Justiça dos EUA em Albany, no estado de Nova York, descreve uma alegada “linha” de cheques roubados direcionada a instituições financeiras e vítimas. Segundo o DoJ, Jahquel Robertson e 12 corréus foram indiciados por participação em um esquema de fraude bancária que soma mais de US$ 1 milhão em cheques furtados. A acusação sustenta que a operação dependia de acesso ao correio físico: um empregado dos USPS teria sido subornado, o que teria permitido ao grupo receber os cheques diretamente do fluxo postal. De posse desses instrumentos, a conspiração é descrita como tendo sido usada para gerar ganhos fraudulentos, aproveitando sistemas bancários que processam e compensam cheques. O DoJ ressalta que golpes desse tipo costumam funcionar porque os cheques podem parecer autênticos o bastante para passar pelo processamento inicial e pela checagem de depósito, especialmente quando os envolvidos coordenam ações, controlam timing e mantêm sigilo operacional. A acusação também destaca um fator que amplia o alcance do esquema: a propina que transforma rotinas do correio em um canal de distribuição criminal. O indiciamento descreve uma atuação coordenada do grupo, e não tentativas isoladas de fraude, sugerindo um fluxo de trabalho criminoso estruturado.