Relatórios policiais e de segurança regional mostram que golpistas abusam cada vez mais dos recursos de compartilhamento de tela e assistência remota do WhatsApp para roubar credenciais bancárias ou autorizar transferências em tempo real. Dezenas de incidentes e milhões em prejuízos foram ligados à tática desde meados de 2025, com as autoridades pedindo aos usuários que recusem solicitações de compartilhamento de tela não solicitadas e verifiquem contatos de suporte por meio de canais oficiais.

Investigações em múltiplas jurisdições, incluindo exemplos citados de Singapura, relatam um aumento acentuado em fraudes que fazem uso indevido dos recursos de compartilhamento de tela e assistência remota do WhatsApp para perpetrar roubos em tempo real. Golpistas tipicamente iniciam um contato não solicitado se passando por suporte de banco ou plataforma, solicitam acesso remoto à tela ou orientam as vítimas a compartilhar informações sensíveis exibidas na tela e então pedem autorização ao vivo para transferências ou a divulgação de credenciais. Resumos das autoridades policiais e fontes de policiamento regional atribuem dezenas de casos e milhões de dólares em perdas agregadas a essa tática em evolução desde meados de 2025, observando a velocidade e o realismo que o compartilhamento de tela adiciona a ataques de engenharia social. As autoridades enfatizam defesas práticas: nunca aceite solicitações não solicitadas de acesso remoto, verifique de forma independente qualquer contato de suporte por meio de números de telefone ou sites oficiais, evite inserir credenciais enquanto compartilha a tela e avise os bancos imediatamente se transferências não autorizadas forem solicitadas ou observadas. A tendência ressalta como recursos legítimos de aplicativos podem ser reaproveitados para fraude e reforça a coordenação transfronteiriça entre polícia e provedores de plataformas para detectar padrões de abuso e educar usuários em risco.